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O fim dos anos 80: Big Bang

 

Chegou a hora de lembrar de Big Bang, o disco em que os Paralamas começam a conquistar uma nova geração, o que só parece fácil agora que já se passaram tantos anos. A fase dos vinte anos já estava terminando pra Herbert, Bi e Barone, assim como para os fãs deles. Se foi coincidência ou uma daquelas mensagens subliminares que tanto alimentam teorias conspiratórias, ainda é cedo pra saber, mas preste atenção no nome das primeiras músicas do disco: Perplexo, Dos Restos e Pólvora. Vamos lá, de novo: Perplexo, Dos Restos e Pólvora.

Caramba! Era hora de discutir a relação, de pensar no que se quer da vida, de analisar o rumo do país (e olha que o Brasil era um país bem doido em 89). Era hora de reinventar a pólvora! E o disco é isso mesmo: uma reinvenção da identidade paralâmica, uma banda que tinha crescido, que tinha ganhado responsabilidade e que ia ter que brigar ainda mais pelos sonhos para sobreviver. Que bom que deu certo, né?

Dia de D

D foi o primeiro disco ao vivo dos Paralamas, o primeiro saldo pra balanço da banda. Antes de viajar pro festival de Montreux, onde seria gravado, os três pararam de fazer show e foram pra Mendes, no estado do Rio, para o sítio do Bi. Ensaiaram, encontraram os amigos, descansaram de ônibus, aeroportos e camarins. E comemoraram os três discos que os botaram entre os grandes da música brasileira (Cinema Mudo + O Passo do Lui + Selvagem?). A Suíça tá de prova, assim como o disco e as fotos daquela época, que são essas aqui.

 

De Curitiba para Recife e Salvador


De Curitiba, a turnê chega hoje ao Recife e de lá para Salvador, no domingo. Para aquecer as turbinas – como se pernambucanos e baianos ainda precisassem disso – aqui vão algumas das fotos do show no Teatro Guaíra, na capital paranaense. Dá pra ver no Flickr também.

E que venha a festa paralâmica. Não se faz trinta anos duas vezes!