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Hoje: Vida Nova

Os sinais de trânsito da capa e o nome do disco em letras maiúsculas são complementares: Hoje, oriente-se, siga a direção certa. O acidente e toda aquela dor tinham ficado pra trás. Não esquecidas, mas a vida andava pra frente.

O presente era o que importava: nada de ficar perdido olhando pra trás ou esperando o que ainda ia aparecer pela frente. Foram as primeiras composições de Herbert na cadeira de rodas. Foi a retomada de uma faixa remix (quase vinte anos depois de Selvagem?). Foi a primeira experiência com a interatividade na hora de montar o repertório, via site da banda. E venceu uma música de antes da formação da banda, interprete isso como quiser.

Hoje iniciou a fase atual dos Paralamas, uma banda que sobreviveu a duros golpes por causa de uma combinação nada secreta: estrada, entrosamento e gosto pelo que se faz. As imagens da galeria são a prova dessas palavras.

Arquivo de Longo Caminho

Longo Caminho foi o disco da volta dos Paralamas depois do acidente e da recuperação de Herbert. Foi um disco que mandava uma mensagem clara e necessária: ninguém ali estava abatido e era urgente seguir em frente com vontade. Não custa nada pegar um pouquinho daquele entusiasmo para começar bem o ano, né? Dá uma olhada nas imagens daqueles tempos.

Pelotas, Theatro Guarany


Claro que tocar para uma multidão a céu aberto sempre é bom e inesquecível, mas as oportunidades que os Paralamas têm de se apresentar em theatros históricos (assim com TH) são sempre emocionantes. A passagem por Pelotas teve muitos bons momentos, e esses registros aí são uma forma de dividir isso com os fãs. Pelotenses, ou não…

E tudo que há para se dizer é Hey Na Na!

Essa é pra fã: que cartão de visita é esse aí? As dicas facilitam a vida, né? Hey Na Na no título do post, estúdio Real World, ddi da Inglaterra… Foi a esse belo recanto inglês que os Paralamas partiram em fevereiro de 98 para mixar o disco que havia sido gravado com o produtor Chico Neves aqui no Brasil. O desafio era grande, afinal a banda vinha de um acústico cheio de regravações: um sucesso que só aumentava a responsabilidade para o álbum seguinte. Bom, Hey Na Na emplacou clássicos como Depois da Queda, o Coice; O Amor Não Sabe Esperar e Ela Disse Adeus. Fora lados B muito queridos como Scream Poetry e Por Sempre Andar. Bom, as fotos para completar o passeio da memória estão por aqui.

Bora pra Bora Bora?

Passagem garantida para quem estiver a fim de recordar uns dos discos mais ricos do Paralamas. Uns acham que é obscuro, porque é cheio de letras com o coração rasgado depois da primeira separação de Herbert. Outros acham que é pura festa, ainda mais por ter a estreia do naipe de metais na banda, o que consolidou de vez o Caribe no mapa paralâmico. Ao mesmo tempo colorido e escuro como um beco. Pra dançar pulando com a boca aberta e quietinho com os olhos fechados. As fotos são essas aqui. Bora?

Foto de fã em BH

A participação dos fãs é sempre muito bem-vinda aqui no site dos Paralamas. O Vinícius Caricatte, do Rock Fã Clube, mandou este registro da passagem paralâmica por Belo Horizonte. O mínimo a se fazer era dividir com vocês. Deem uma olhada e não se acanhem em compartilhar sempre o que tiver de legal.