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Retrospectiva Paralamas 2016

 

“O viajar já é mais que a viagem”, “foi um longo caminho até aqui”… trajetórias estão sempre presentes nas letras dos Paralamas, aqui e ali. E por mais que a preferência seja sempre caminhar para frente, impossível não fazer uma reflexão em determinadas épocas. E que época melhor há para balanço do que um final de ano? Então, confira aí uma retrospectiva de 2016 dos Paralamas! Crédito da Foto: Michelle Castilho / Show Circo Voador

 

Começamos lembrando que, no princípio, eram três. “Ué, claro que eram três, quando a banda começou!”, você lembrará. Mas a referência aqui é ao que ocorreu entre 19, 20 e 21 de fevereiro. Após dois shows em janeiro (Fortaleza e Caraguatatuba), o segundo mês de 2016 viu Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone voltarem a fazer uma sequência de shows somente em trio – coisa que não faziam oficialmente desde 1986. E o Teatro J. Safra, em São Paulo, foi o local onde começou o especial #ParalamasTrio – que pipocará neste texto outras vezes.

Mas, se se apresentar em trio de novo era um desejo enfim realizado, continua sendo ainda melhor para os Paralamas terem amigos ao lado em cima do palco. E isso continuou acontecendo em 2016. Em março, rolou uma apresentação com os amigos dos Titãs, no Ginásio Nilson Nelson em Brasília, no dia 5. Pouco depois, começou outra grande festa na qual os Paralamas estiveram junto de queridas companhias: o Nivea Viva Rock Brasil.

Nesse projeto, a história dos 60 anos pop rock brasileiro e seus hits, de Roberto Carlos a Suricato, era exposta em sete shows abertos e gratuitos. E a presença dos Paralamas era dupla, de certa forma. João Barone era o baterista fixo da superbanda que estava no palco: Rodrigo Suricato (guitarra e vocal), Maurício Barros (teclados e vocais), Milton Guedes (sax, flautas e vocais), Dado Villa-Lobos (guitarra) e Liminha (baixo). E a certa altura, os três Paralamas faziam participações no show: com “Meu erro”, “Óculos” e uma versão especial de “Até quando esperar”, da Plebe Rude – mais o acompanhamento para Dado Villa-Lobos, em “Será”, e Nando Reis, em “Marvin” e “Sonífera ilha”. Na frente do palco, além dos Paralamas e Nando, mais amigos: Paula Toller e Marjorie Estiano.

Desde a estreia aberta do Nivea Viva Rock Brasil, em 3 de abril, no Anfiteatro Pôr do Sol, em Porto Alegre, já deu para ver a curtição que seria tocar tantos sucessos para plateias sempre grandes. Só foi melhorando, ao longo dos dois meses de excursão: Rio de Janeiro (Praia de Ipanema, 10 de abril), Recife (Parque Dona Lindu, 30 de abril), Fortaleza (Aterro da Praia de Iracema, 15 de maio), Salvador (Praça Wilson Lins, 22 de maio), Brasília (Parque da Cidade – Dona Sarah Kubitschek, 05 de junho) e, finalmente, São Paulo (Praça Heróis da FEB, 26 de junho).

A essa altura, já é bom dizer: mesmo com os projetos #ParalamasTrio e Nivea Viva Rock Brasil, os shows “normais” dos Paralamas seguiram. Com João Fera, Bidu Cordeiro e Monteiro Júnior, seguiu a velha e deliciosa rotina de várias cidades sendo percorridas Brasil afora. Rolou show em Florianópolis (P12, na praia de Jurerê Internacional, em 12 de março), João Pinheiro (interior de Minas Gerais, em 23 de abril), Sobral (no Ceará, em 4 de julho), Uberlândia (8 de julho), Luminárias (Minas Gerais, 15 de julho), Extrema (Minas Gerais, em 13 de agosto). O interior de São Paulo, então, perdeu a conta de quantos shows teve: Paraibuna (10 de junho, no Largo do Mercado), Pindamonhangaba (19 de junho, no Festival Junino), Piracicaba (24 de junho, no Clube do Sindicato dos Metalúrgicos), Campos do Jordão (29 de julho, no Convention Center)…

Seguiram também as visitas periódicas às capitais. No Rio de Janeiro, mais precisamente na Fundição Progresso, os Paralamas fizeram a apresentação de encerramento do Festvalda, em 9 de julho. Belo Horizonte foi visitada em 23 de julho, no BH Hall. E Salvador foi a parada de 31 de julho, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves.

Ainda antes do FestValda, os Paralamas já haviam marcado presença em outro festival: o velho conhecido João Rock, em Ribeirão Preto, interior paulista. Por sinal, essa performance deu início a uma sequência interessante com mais um grupo de velhos parceiros: a Nação Zumbi, que também se apresentava no João Rock, e que participou de uma sequência, no final do show dos Paralamas. Foi tão bacana que a dupla reapareceu numa noite carioca, agora se apresentando num show completo: em 19 de agosto, ainda em meio aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, num dos shows do Boulevard Olímpico, na Praça Mauá. E, finalmente, Paralamas e Nação Zumbi voltaram a se apresentar juntos em Curitiba, no Teatro Positivo, em 26 de agosto.

Projetos especiais aqui, uma parceria com amigos ali, o show #ParalamasTrio acolá… e o Nordeste foi agraciado com essa última opção. Herbert, Bi e Barone voltaram a subir sozinhos ao palco, em setembro, passando por três capitais nordestinas. João Pessoa, a terra natal de Herbert, não podia faltar: em 17 de setembro, o Teatro Pedra do Reino foi o cenário da apresentação em trio. No dia seguinte, passagem por Natal, no Teatro Riachuelo; e em 19 de setembro, o Recife, no Teatro Guararapes.

O fim do ano seguiu na mesma toada: capitais visitadas (Vitória, Brasília), cidades conhecidas também na lista (com destaque, de novo, para o interior paulista: São José do Rio Preto, São Carlos, Araraquara, Franca – fora o périplo paranaense, por Londrina e Maringá, e uma visita à catarinense Tubarão), duas voltas a São Paulo (29 de outubro, num show no Citibank Hall, seguido de Humberto Gessinger, e 26 de novembro, no Festival da Rádio Nova Brasil FM). Houve ainda mais duas apresentações de #ParalamasTrio em cenários extremamente clássicos aos Paralamas: o Bar Opinião, em Porto Alegre (1º de outubro), e o Circo Voador carioca, eterno nascedouro paralâmico (5 de novembro).

Dava para o ano terminar com uma honrosa visita ao Chile, já que estava previsto o festival Frontera de Santiago, em 3 de dezembro. Não deu: lamentavelmente o festival foi suspenso na última hora. Mas deu para fazer ainda o último show de 2016: Belém (PA), dia 16, em evento de apresentação da nova camisa do Paysandu.

E de qualquer forma, melhor do que lembrar dessas 83 vezes que os Paralamas do Sucesso subiram ao palco neste ano, é ter a certeza de que o longo caminho continua. Motivação não falta. Tanto que 2017, o 35º ano de história dos Paralamas, já começa com três shows no SESC Pompeia, em São Paulo (12, 13 e 14 de janeiro), seguidos de Floripa (dia 21 no P12 Jurerê) e Rio de Janeiro (dia 27 na Arena Banco Original).

A saga continua. Quem quiser, é só chegar. Até porque novidades não faltarão neste ano. Que ele seja bom para todo mundo!

Feliz 2017 Nação Paralâmica!

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