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VAMO BATÊ LATA \\ 1996

SOBRE O ÁLBUM

A década de 90 já ia pela metade, e o Paralamas ainda não tinha conseguido repetir um sucesso de vendagens igual ao dos anos 80. Em 95, o real valia tanto quanto o dólar, comprar disco estava ao alcance de quem vivia de mesada – e ainda dava pra tomar um sorvete no caminho de volta pra casa. As gravadoras investiam em bandas novas, e em projetos com bandas mais crescidinhas para reapresentá-las a um público de jovens.

“Vamo Batê Lata” foi o segundo lançamento ao vivo do Paralamas. Reuniu clássicos como Meu Erro e Lanterna dos Afogados a sucessos que não tinham atingido o potencial como Dos Margaritas e Rio Severino, e ainda versões para Tim Maia, Alceu Valença e Jackson do Pandeiro. Estavam lá o carisma de palco da banda, os improvisos de Herbert em cima das letras e os ecos de Jamaica-África-Brasil. A guitarra tinha voltado à frente do som. Mais do que o repertório, no entanto, a atração era a vibração da platéia empurrando o show para cima. A banda ia aonde o povo estava, e sem mudar rumo nenhum da prosa. Fora os prêmios, o álbum ainda chegou a vender em um dia o que o anterior tinha vendido em um ano.

No segundo disco do pacote – um EP brinde com quatro inéditas – vinha a primeira parceria do Paralamas com Carlinhos Brown e Djavan; uma aula de amor maduro que ensinou muita gente hoje nos trinta anos a saber vencer a insegurança; um rap anti-corrupção que incomodou Brasília; e um rockzinho sobre os bons momentos da vida. Clássicos da vida de uma geração que já via MTV com a mesma frequência com que ainda escutava rádio.