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Feliz 2018!

 

O ano de 2017 passou como um flash, muito rápido e intenso. Mas foi também muito produtivo para os Paralamas. Começamos o ano com uma expectativa muito grande em gravar o disco novo, algo que não fazíamos há muito tempo. Paralelo aos primeiros trabalhos de gravação, continuamos com a nossa agenda de shows rolando a todo vapor.

Ali por volta de março/abril, começamos a gravar o nosso disco com produção do Mário Caldato Jr, que trabalhou conosco pela primeira vez. Porém, esse encontro com o Mário foi muito bom e dinâmico, parecia até que ele já era um “compadre velho” dos Paralamas. Ele deu uma contribuição tremenda para que o disco ficasse tão bom. Paralelo a isso, seguimos com nossa agenda de shows, enquanto dávamos os últimos retoques e tratamentos na finalização do novo disco.

O lançamento de “Sinais do Sim” foi muito legal, a rotina de divulgação na mídia e na imprensa, foi super positiva. Gostamos que o disco foi muito bem recebido pela crítica e, principalmente, pelos nossos fãs. A gente espera que esse disco tenha uma longevidade boa, porque tem várias músicas bacanas nele a serem trabalhadas e que podem em breve tocar nas rádios. A nossa expectativa é muito boa.

Além disso, neste segundo semestre, nós lançamos o novo show da turnê Sinais do Sim, onde mais uma vez nos vimos no desafio de repaginar um show anterior, o da turnê de 30 anos, que era um espetáculo baseado nos grandes sucessos e que teve uma aceitação muito boa. Sabemos que os nossos grandes sucessos são uma premissa que não podem faltar no nosso show, então sempre nos deparamos com esse desafio de montar um novo repertório de palco onde consigamos apresentar as nossas novas músicas junto dos big hits. Esse é um compromisso muito sério nosso: subir ao palco, onde a gente mais se realiza em ter o contato direto com os fãs.

Além de termos conseguido enfileirar o nosso repertório tradicional com uma boa parcela das músicas do novo disco, destaco também a iluminação do novo show, a cargo de Marcos Olívio e Dal, sempre com novas ideias e equipamentos para dar essa dinâmica bacana no palco, coordenados pelo “Batman” Zavarezi e pelo nosso empresário, José Fortes.

Neste ano fizemos também shows internacionais muito bacanas: Chile (Festival Frontera), Argentina (Buenos Aires), Uruguai (Conrad Casino em Punta del Este) e nos EUA, onde não íamos há algum tempo. Encerraremos 2017 fazendo um show de Reveillon em Volta Redonda (RJ). Sempre legal virar o ano trabalhando, em cima do palco, simbolizando que o novo ano venha com muito trabalho.

Queremos agradecer a todo mundo que coopera com nosso trabalho. A todos os nossos fãs que interagem conosco através das redes sociais e nos shows. Esperamos cada vez mais dinamizar os nossos canais e nos aproximar cada vez mais de vocês.

Encerramos o ano de 2017 muito felizes com tudo que aconteceu com os Paralamas nesse novo ciclo. Vamos a 2018 com muita força e todo gás.

Vamos em frente. A música nos libertará!

Feliz 2018 a todos os nossos fãs e amigos <3
Os Paralamas do Sucesso
Herbert Vianna, João Barone, Bi Ribeiro, José Fortes

Retrospectiva 2017

 

Fotos são ótimas para reavivar a memória de determinadas ocasiões. Nada mais comum, aliás, do que um álbum de fotos para lembrar de algumas coisas da vida. E nada mais lógico, então, que os Paralamas fizessem aqui um “álbum” com 12 fotos – uma para cada mês do ano -, mostrando o que de melhor aconteceu em 2017, ano marcante na trajetória da banda. Principalmente por ter trazido Sinais do sim, o álbum de inéditas desejado há muito tempo. Sem mais delongas, as fotos!

Janeiro – Depois da folga de final/começo de ano, os trabalhos paralâmicos em 2017 começaram com três apresentações num local conhecido: o SESC Pompeia, em São Paulo, de marcantes lembranças vindas do começo da banda. A “comedoria” de lá foi o palco, em 12, 13 e 14 de janeiro. Depois, ainda naquele mês, vieram passagens por Florianópolis, Rio de Janeiro – apresentação em parceria com o velho amigo Carlinhos Brown – e São Sebastião, no litoral paulista (Crédito: Rafael Michalawski/Navegar Comunicação)

 

 

Fevereiro – Mal haviam passado por São Paulo em janeiro, os Paralamas já voltaram em fevereiro. Foi para uma apresentação bem divertida: no Vale do Anhangabaú, no dia 26, como parte da programação da cidade para o Carnaval, unindo os Paralamas a um pessoal por quem já havia admiração mútua: a Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, que emprestou os metais a canções como “O beco” e “Lourinha Bombril”. Ainda vieram passagens por Lauro de Freitas, na Bahia, e Brusque, em Santa Catarina (Créditos: Reprodução/YouTube)


Março – Estúdio Visom Digital, bairro de São Conrado, Rio de Janeiro. Era hora de trabalho sério. E a máquina fotográfica do fiel amigo Mauricio Valladares estava a postos para fotografar Herbert, Bi e Barone trabalhando junto ao produtor Mário Caldato Jr. (e junto aos conhecidos músicos de apoio: João Fera, Monteiro Júnior e Bidu Cordeiro), numa das sessões de gravação de Sinais do Sim, cujos trabalhos duraram duas semanas (Créditos: Mauricio Valladares)

Abril – Foi um mês em que os Paralamas reencontraram uma terra que andava muito saudosa deles (e a recíproca era verdadeira): a Argentina. Após alguns anos de ausência, no dia 20 a banda passou pelo Niceto Club, em Buenos Aires – e ainda contou com uma participação especial no final do show: Ricardo Mollo, guitarrista do Los Divididos – e antes, do Sumo, banda com a qual os Paralamas tiveram contato nas primeiras visitas ao país vizinho, nos anos 1980. Deu tempo também de passar pelo Chile (a apresentação no Festival Frontera, cancelado no fim de 2016, e concretizado no dia 22) e, de volta ao Brasil, ir a Goiânia, numa apresentação com outro parceiro: Dado Villa-Lobos, no dia 25 (Créditos: Mirta Magallanes/Noticias 1440)

Maio – Foi um mês de outro encontro no palco: dia 18, no Shopping Catuaí, em Londrina-PR, os Paralamas receberam Vanessa da Mata. O mês começara com shows em territórios conhecidíssimos da banda – Campo Grande, no dia 5, e Olaria, no dia 13, ambos bairros do subúrbio carioca -, e terminaria com a apresentação no Norte Music Festival, em Montes Claros, no interior de Minas Gerais, dois dias após esse encontro da foto (Créditos: Marcio Alessandro)

Junho – Foi mês de reencontrar a região Sul. Nela, os Paralamas visitaram o Rio Grande do Sul – Gramado, no dia 23, e Rio Grande, no dia 25, quando esta foto foi tirada, em meio à apresentação no Centro de Eventos Eventual – e Santa Catarina (dia 30, em Blumenau). Antes, houvera shows em São Luís-MA (dia 10, num encontro com os amigos do Biquíni Cavadão) e na Vila Militar de Deodoro, no Rio de Janeiro, no dia 14 (Créditos: Cristiano Vaz)

Julho – A gravação foi em março, como se viu na foto já mostrada. A mixagem já tinha sido feita, com a supervisão de Bi Ribeiro e José Fortes, no MCJ Studios, a casa-estúdio em que o produtor Mario Caldato vive, em Los Angeles. A masterização também estava pronta, pelo engenheiro de som Ricardo Garcia, no estúdio dele, o Magic Master. Era hora, enfim, dos fãs dos Paralamas terem o que tanto queriam há oito anos: uma música inédita! “Sinais do sim”, a faixa-título, saiu no dia 13 de julho, preparando o terreno para o lançamento do álbum – na foto, os Paralamas gravavam a música no dia 26, para ser apresentada no “Fantástico”, da TV Globo, em 13 de agosto. Mas teve show também em julho, claro: Espírito Santo (Linhares, no dia 8, e Santa Tereza, no dia 22), Goiás (Uruaçu, no dia 15), Brasília (dia 21), Santa Catarina (Concórdia, no dia 29) e Paraná (Francisco Beltrão, no dia 30). (Créditos: TV Globo)

Agosto – Mas todo mundo queria saber quais eram os Sinais do Sim. E eles foram revelados, enfim, a partir do dia 4 de agosto, quando os Paralamas do Sucesso lançaram o 21º trabalho da carreira da banda. Depois de oito anos – e dois álbuns ao vivo no meio deles -, músicas inéditas. Já era possível que os fãs decorassem a faixa-título, “Teu olhar”, “Itaquaquecetuba”, “Medo do medo”, “Sempre assim”, “Corredor”, a versão para “Cuando pase el temblor” (Soda Stereo)… enfim, estava pronto o disco tão esperado. Enquanto a turnê não começava, houve shows em Florianópolis, Manaus e no interior de São Paulo (Sorocaba e São José do Rio Preto). (Crédito da capa: projeto gráfico de Raul Mourão e Marcelo Pereira, com foto de Eduardo Ortega para a escultura “Já fui jarro”, de Barrão)


Setembro – A marcante turnê de 30 anos dos Paralamas teve seus capítulos finais em Macuco (Rio de Janeiro, no dia 8), Criciúma (Santa Catarina, dia 9), Belém (no dia 15) e a apresentação de encerramento, na cidade maranhense de Timon, no dia 16. Além disso, o trabalho de divulgação do álbum novo ia a todo vapor: aparições no “Conversa com Bial” e no “Domingão do Faustão”, ambos da TV Globo, foram os destaques. Mais uma semana de ensaio para acertar os detalhes finais, e enfim, a turnê de Sinais do Sim ganhou a estrada! Como em vezes anteriores, Curitiba teve a honra de ver a estreia: foi em 30 de setembro, no Teatro Positivo (Créditos: Gislaine Bueno)

Outubro – Curitiba abrira os trabalhos, fechando o mês de setembro. E a turnê de Sinais do Sim já começou outubro indo para São Paulo: foi dia 7, no Espaço das Américas, incluindo as entrevistas para comentar o disco novo, nos dias anteriores. No mesmo mês, os Paralamas mostraram as músicas inéditas “em casa”: ou seja, no Rio de Janeiro, dia 28, no Vivo Rio. No meio dessas duas apresentações da foto – São Paulo à esquerda, Rio à direita -, houve passagens por Chapecó (dia 13), Tatuí (dia 14) e até uma visita aos Estados Unidos (Festival Pompano Beach, em Miami, no dia 21). (Créditos da foto de São Paulo: Alexandre Moreira/Créditos da foto do Rio de Janeiro: Mauricio Valladares)


Novembro – A turnê de Sinais do Sim passou por sua quarta capital brasileira, indo a Porto Alegre no dia 24, no Auditório Araújo Vianna. No começo do mês, uma volta ao Espírito Santo (Vila Velha, no dia 4), uma visita ao Ceará (Juazeiro do Norte, no dia 14), e o término do mês na região Sul: além do citado show em Porto Alegre, os Paralamas tocaram em Pelotas (dia 23), e foram ao Paraná, para um festival em Londrina (dia 25). Mas o show da foto foi mais uma incursão sul-americana: a volta ao Uruguai, para se apresentarem em Punta del Este, no dia 19. (Créditos: Reprodução/Instagram)


Dezembro – Este último mês do ano já começou muito bem: dia 1º, no Wet’n’Wild de Salvador, a segunda reunião de 2017 com o velho conhecido Dado Villa-Lobos, no festival Combina MPB – e ainda houve aparições-surpresas de mais dois amigos que estavam no festival, Paulo Miklos e Arnaldo Antunes. Depois, as passagens por Campo Grande (dia 8, no Ondara Palace), no dia 9 passado, na volta ao Musiva de Cuiabá, São José dos Campos, no próximo dia 16, Brasília dia 23, Gaspar (Santa Catarina), no dia 26 e para fechar 2017, o Reveillon em Volta Redonda (RJ).

Mas, como novidade sempre é boa, tivemos o lançamento em dezembro do vinil de Sinais do Sim. Sim, depois de um longo hiato (o último lançamento em LP foi o Vamo Batê Lata em 1995), a banda volta a lançar o famoso bolachão, para alegria dos mais saudosistas.


Mas o melhor de tudo é saber que, enquanto estiverem aí, os Paralamas do Sucesso continuarão em fotos e mais fotos, para terem álbuns que mostrem as recordações de 2018, 2019, 2020…

Boas festas e ótimo 2018 a todo mundo!

LP Sinais do Sim

 

O nosso disco Sinais do Sim será lançado também em vinil!

Você que é colecionador ou ainda tem aquela boa e velha vitrola vai poder se deliciar com este lançamento que não ocorria nesse formato desde 1995, com o álbum Vamo Batê Lata!

As músicas são as mesmas do CD e ficaram divididas da seguinte maneira:

 

Lado A:

1. Sinais do sim

2. Itaquaquecetuba

3. Medo do medo

4. Não posso mais

5. Teu olhar 

 

Lado B:

1. Contraste 

2. Cuando pase el temblor

3. Corredor 

4. Blow the wind 

5. Olha a gente aí / citação do poema Ó Sino da minha aldeia 

6. Sempre assim

 

 

Em breve ele estará disponível nas melhores lojas de todo o Brasil!