My Weblog: istanbul elektrikci kutahya web tasarim umraniye elektrikci uskudarda elektrikci umraniyede elektrikci kentsel donusum Acil elektrikci kadikoy elektrikci kagithane elektrikci beylikduzu elektrikci seyrantepe elektrikci alibeykoy elektrikci uskudar elektrikci umraniye elektrikci istanbul su tesisat tamiri sisli kombi tamiri sisli cilingirci cekmekoy elektrikci uskudar kornis montaj umraniye kornis montaj atasehir elektrikci beykoz elektrikci

LP Sinais do Sim

 

O nosso disco Sinais do Sim será lançado também em vinil!

Você que é colecionador ou ainda tem aquela boa e velha vitrola vai poder se deliciar com este lançamento que não ocorria nesse formato desde 1995, com o álbum Vamo Batê Lata!

As músicas são as mesmas do CD e ficaram divididas da seguinte maneira:

 

Lado A:

1. Sinais do sim

2. Itaquaquecetuba

3. Medo do medo

4. Não posso mais

5. Teu olhar 

 

Lado B:

1. Contraste 

2. Cuando pase el temblor

3. Corredor 

4. Blow the wind 

5. Olha a gente aí / citação do poema Ó Sino da minha aldeia 

6. Sempre assim

 

 

Em breve ele estará disponível nas melhores lojas de todo o Brasil!


Marcos paralâmicos em Porto Alegre

Já foi Curitiba, já foi São Paulo, já foi Rio de Janeiro… e agora será Porto Alegre a próxima capital a testemunhar a apresentação de Sinais do Sim, a nova turnê dos Paralamas do Sucesso, no próximo dia 24, no Auditório Araújo Vianna. Mais um importante momento da banda na capital do Rio Grande do Sul – como dois outros marcos, que o site descreverá no texto a seguir. Confira! Ingressos à venda para o show!

 

O ano de 1985 foi fundamental na trajetória dos Paralamas. Com a atenção chamada pelos energéticos shows no Rock in Rio I, transmitidos pela tevê em rede nacional, aquela banda que passara os três primeiros anos batalhando pelos espaços no Rio de Janeiro e nos estados vizinhos (inclua-se aí o Rio Grande do Sul) se tornara subitamente conhecida em todo o Brasil. A quantidade de shows na turnê de O Passo do Lui aumentara exponencialmente: foram muitas apresentações em todo o país naquele ano, 86 só de janeiro a junho, uma a cada dois dias, fora o trabalho de divulgação. O número de fãs – que se tornariam fiéis dali por diante – também crescia a olhos vistos.

E uma grande prova do interesse e do ritmo de trabalho maciços que os Paralamas viveram naquele ano veio justamente em Porto Alegre. Teve data: 15 de junho de 1985, um sábado. E teve lugar: o Gigantinho, ginásio pertencente ao complexo do Gigante da Beira-Rio (estádio do Internacional). Muitas apresentações marcantes já haviam ocorrido – e até hoje ocorrem – naquele lugar.

Mas a passagem dos Paralamas pelo Gigantinho estava fadada a ficar na história. Já na venda dos ingressos, ficou claro que uma apresentação não seria suficiente para aplacar a vontade dos fãs. Na sexta-feira, dia 14, Herbert Vianna, Bi Ribeiro, João Barone e toda a equipe de produção já chegaram a PoA sabendo: fariam dois shows no Gigantinho, no mesmo dia. O “original” às 20h30, o novo às 22h30. Detalhe: se os 17 mil ingressos postos à venda para a apresentação marcada inicialmente estavam esgotados havia muito tempo, as entradas para o show das 22h30 não duraram muito tempo. Também se esvaíram em questão de horas.

Aí, é melhor usarmos a transcrição da matéria redigida na Zero Hora (o tradicional diário gaudério), por Juarez Fonseca – decano dos jornalistas gaúchos dedicados à música -, com a resenha do show, para mostrarmos o que se viveu na noite de 15 de junho de 1985, em Porto Alegre:

“No início da semana passada, quando começou a venda de ingressos, os coordenadores do show já podiam ter uma certeza: Os Paralamas do Sucesso levariam muita gente ao Gigantinho. Mas ninguém previa que o trio carioca estivesse destinado a bater todos os recordes de público dos quinze anos de história do ginásio. Às 20h30, já sabendo desde sexta que precisariam fazer uma segunda sessão às 22h30 devido à enorme procura de ingressos, os Paralamas começaram a tocar para nada menos de 17.500 pessoas. Não havia canto vazio no Gigantinho. A direção da gravadora aproveitou o sucesso do grupo em Porto Alegre para entregar a eles o primeiro disco de ouro, relativo à vendagem de mais de 100 mil cópias de O Passo do Lui. E o grupo saiu convencido de que ali estava um de seus públicos mais entusiasmados. Primeiro porque bateram o recorde do Gigantinho; depois porque fizeram outra coisa inédita para um grupo brasileiro, que foram as duas sessões; e terceiro, porque tirando o Rock in Rio, os Paralamas tiveram aqui o maior público de seus três anos de carreira. ‘Que público!’, comentou feliz Herbert ao descer do palco. E a garotada berrava pedindo mais enão querendo sair do ginásio para a entrada do público da segunda sessão, que comprara quase oito mil ingressos. Milhares acabaram conseguindo ficar.

No palco, o grupo não é de falar nem de fazer as tradicionais brincadeirinhas com o público: simplesmente toca e canta e nisso estabelece uma perfeita sintonia com as pessoas. A comunicação, a música sem segredos feita apenas por guitarra, baixo e bateria, as letras inteligentes e irônicas feitas e cantadas por Herbert, isso explica o rock direto dos Paralamas e a aglutinação de verdadeiras massas jovens em torno deles.

Eles alternam músicas de ritmos fortes, trepidantes, com outras lentas. Ao final, o público pediu ‘Óculos’, mais uma vez, e Herbert falou: ‘Tá legal. Antes a gente vai fazer um superreggae para acalmar e depois a gente derruba!’

Assim foi. Um show pra ficar na memória de quem esteve no Gigantinho, pela reunião inédita e pelo bom astral que imperou o tempo todo. O esquema de segurança, apesar da enorme movimentação de público, foi perfeito. (…) No final das contas, foi uma noite histórica para o Gigantinho e para os Paralamas do Sucesso.”

Se no final de 1985 os Paralamas eram uma banda com experiência gigantesca acumulada em apenas doze meses, com vivências musicais e pessoais acumuladas para desembocarem nos trabalhos seguintes, os shows do Gigantinho foram um momento marcante nisso. E o tempo passou. Com a capital gaúcha sendo ponto cada vez mais certo em cada turnê dos Paralamas. E contatos cada vez mais estreitados com amigos de lá – como Thedy Corrêa, vocalista/compositor/baixista do Nenhum de Nós, que de admirador virou parceiro de Herbert em algumas composições.

E foi como uma banda definitivamente estabelecida que os Paralamas fizeram outro show marcante em Porto Alegre. Por sinal, no mesmo Gigantinho que vira a performance eletrizante de 1985. E por uma feliz coincidência, quase também em 24 de novembro. Ficou por dois dias: foi em 22 de novembro de 1997 que Herbert, Bi e Barone subiram ao palco no ginásio portoalegrense. Foi para fechar a segunda e última noite do Tordesilhas ’97, um festival organizado em dois dias pela MTV brasileira, com bandas latino-americanas. Naquele dia, o Aterciopelados (grupo colombiano) começou os trabalhos, seguido pelo Cafe Tacvba (célebre coletivo mexicano), até que nossos conhecidos chegaram, com os músicos de apoio – João Fera, Eduardo Lyra, José Monteiro Júnior, Demétrio Bezerra e Bidu Cordeiro.

O show seguia o habitual da turnê de 9 Luas (que já chegava ao seu final): os hits do álbum – “Lourinha Bombril”, “La Bella Luna”, “Busca Vida” -, covers já familiares ao universo dos Paralamas (“Manguetown”, celebrando a memória já então saudosa de Chico Science, e “Que maravilha”, evocando a parceria com Jorge Ben Jor em trabalho lançado naquele ano), os sucessos que não podem faltar. Sem contar o que ocorreu no bis, com citação das introduções de clássicos do rock (“Start me up”, dos Rolling Stones, e “Come as you are”, do Nirvana), uma versão turbinada de “Eu quero ver o oco” (Raimundos) e, por fim, uma jam session com os membros de Aterciopelados e Cafe Tacvba, executando “Oye como va” (Santana). Enfim, melhor parar de escrever e mostrar o vídeo do show, na íntegra, exibido ao vivo pela MTV brasileira:

E a história dos Paralamas com Porto Alegre seguiu muito próxima. Dá para destacar vários momentos. O último “show surpresa”, preparando os detalhes para a gravação do Acústico, em 15 de maio de 1999, na cervejaria Dado Bier. O reencontro após o acidente de Herbert Vianna – em duas noites de 2003, nos dias 21 e 22 de novembro. A escolha como uma das capitais que veria os shows iniciais da turnê de comemoração dos 30 anos – 10 de maio de 2013, já no Auditório Araújo Vianna. Mais especial ainda, a passagem do especial Paralamas Trio: só Herbert, Bi e Barone, como fora em 1985, mas agora no Bar Opinião, em 1º de outubro do ano passado.

Agora, é mostrar Sinais do Sim ao público de Porto Alegre. Que seja mais um marco na carreira dos Paralamas. Ajudará muito se todos estiverem lá, no Araújo Vianna, no próximo dia 24! Ingressos à venda neste link!

Lembranças cariocas

Os Paralamas no Cristo Redentor, durante as sessões de foto para encarte e divulgação de O Passo do Lui, em 1984 (Foto: Mauricio Valladares)

 

Estar em casa quase sempre é das melhores sensações imagináveis. E se a vontade de um dia viver de música germinou em Brasília, ela floresceu definitivamente para os Paralamas do Sucesso no Rio de Janeiro, onde cada um dos três fixou sua vida (sem contar o fato de Bi e Barone serem cariocas de nascimento, claro). Portanto, a capital fluminense é a casa dos Paralamas. E é lá que a turnê de Sinais do Sim estará, no próximo sábado, 28 de outubro, no Vivo Rio. Nada mais justo que este site faça uma seleção de cinco momentos, entre os tantos que a banda viveu em sua casa. (SPOILER: foi tão difícil, que ao invés dos cinco habituais, entraram seis na lista…)

 

1)      Os primeiros shows oficiais

Na verdade, este site já comentou vários e vários momentos dos Paralamas no Rio de Janeiro. Os ensaios na casa da Vovó Ondina, as várias passagens pelo Circo Voador, a óbvia lembrança das apresentações no primeiro Rock in Rio, em 1985… mas houve dois shows marcantes, nos primórdios, quando a banda ainda engatinhava. Este(s) marco(s) tiveram data: 30 de novembro e 1º de dezembro de 1982. São considerados os primeiros shows oficiais da formação consolidada em Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone (embora já tivessem havido apresentações em 9 de setembro e 21 de outubro de 1982).

Os Paralamas fizeram os dois shows no Western Club, localizado no bairro do Humaitá, dos raros bares da época que já abriam espaço para a nascente geração de bandas de rock. Numa nota em que eram anunciados os shows pela cidade naquelas noites, o Jornal do Brasil de 30 de novembro noticiava: “Terça e quarta, no animado Western, às 21h30, estreia do jovem grupo de new wave intitulado Paralamas do Sucesso. Meio estranho o título, buzina não seria melhor?”. No repertório, um tanto de covers (The Who, Bob Marley, Police), outro tanto de canções gozadoras da pré-história da banda (“Pinguins”, “Rodei de novo”, “Vital e sua moto”, “Vovó Ondina é gente fina”, “Cínica” – nesta última, parceria obscuríssima com os amigos do Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens, surpresa: Bi Ribeiro cantava, com a alcunha de “Cauby Ribeiro”).

Na bilheteria, conta-se que estiveram coletando o dinheiro dos espectadores o antropólogo Hermano Vianna, irmão de Herbert, e o hoje jornalista Tom Leão. Final feliz: deu certo, a casa lotou nas duas noites, e o dinheiro daqueles shows no Western ajudou a pagar o aluguel do estúdio Retoque, em Botafogo, para os Paralamas gravarem a primeira fita demo da banda.

 

2)      Um grande momento nos anos 1980

É muito difícil mencionar um só momento dos Paralamas no Rio de Janeiro, ao longo dos anos 1980 e 1990. Foram incontáveis shows, em incontáveis lugares da capital. Os Paralamas passaram por danceterias (a citada Western, Mamute, Mamão com Açúcar, Metrópolis, Kristal – merece destaque a Noites Cariocas, coordenada por Nelson Motta e montada no alto do Morro da Urca). Passaram por casas de show – de tamanho pequeno (Hipódromo Up e Rock in Rio Café) ou médio (Canecão, Metropolitan e Olimpo). Passaram pelo Circo Voador, espaço que merece menção por si só. Passaram pelo Maracanãzinho, no festival Alternativa Nativa, em 17 de julho de 1988.

E fizeram vários shows em lugares abertos, para grandes públicos. Alguns deles, em shows gratuitos (como o organizado pela 98 FM na época de Selvagem?, na foto de Alberto Dutra que está no alto deste tópico). Outros, em festivais – para nem citar as três passagens pelo Rock in Rio, vale lembrar as apresentações nas edições de 1988 e 1992 do Hollywood Rock, ambas na Praça da Apoteose. E finalmente, a apresentação lembrada aí embaixo: em 25 de janeiro de 1987, no Estádio de Remo da Lagoa Rodrigo de Freitas – e gravada para exibição no programa “Rock Expresso”, da extinta TV Manchete.

 

3)      A chuva forçou mudanças na gravação do Acústico

Os fãs mais atentos sabem: o Acústico dos Paralamas foi gravado para a MTV brasileira no Rio de Janeiro, em um fim de semana. Tudo ocorreu em 5 e 6 de junho de 1999, no Parque Henrique Lage – para os íntimos, o Parque Lage, no Jardim Botânico carioca. Ninguém viu o cenário deslumbrante durante a gravação das apresentações – uma lona cobria o pátio da mansão.

Poderiam ter visto. Na época, Herbert Vianna revelou ao jornalista Jamari França: “Cogitamos de não colocar a lona para ter o Cristo [Redentor] ao fundo”. Mas o risco de chuva se concretizou naquele fim de semana no Rio (além de chuvoso, o clima estava frio), inviabilizou tais planos e forçou o uso da lona. Herbert ainda fez piada: “É só a SUDENE contratar nossa turnê. Sempre que a gente toca ao vivo, é assim…”.

 

4)      Um improviso prova a volta definitiva

Já se sabia que Herbert Vianna estava recuperado e fazendo música, após o acidente que forçou a interrupção do caminho dos Paralamas. Ela até havia subido duas vezes ao palco em 2002: em 16 de junho, para cantar “Trac Trac” com Fito Paez, num show do argentino no Canecão, e em 9 de julho, no Ballroom, boate carioca, participando de uma apresentação do Reggae B, o projeto paralelo de Bi Ribeiro – que ajudou a manter a equipe paralâmica unida, com participações de João Fera e Bidu Cordeiro, sem contar as várias canjas que eram dadas.

Veio o dia 30 de julho de 2002. Mais uma noite de Reggae B no Ballroom. Na bateria, um convidado especial: João Barone. No baixo, Bi Ribeiro. A apresentação seguia agradável, com as participações de Nando Reis e George Israel – sem contar os vocalistas originais do Reggae B, Valnei Ainê (do Negril, banda carioca de reggae) e Gustavo Black Alien. Mas havia uma presença especialíssima no Ballroom. E ela foi anunciada ao palco por Black Alien: “Herbert Vianna”.

De improviso, Herbert, Bi e Barone estavam juntos para tocar, oficialmente pela primeira vez desde dezembro de 2000. E sobre o palco do Ballroom, tocaram “A novidade”; versões de duas músicas do UB40, “All I want” e “Cherry oh baby”; “Meu erro”; e apresentaram ao mundo “O calibre”, precedida por Herbert: “Vamos tocar uma coisa nova dedicada a um passado recente. A cabeça do malandro aqui voltou a ter um mínimo operacional”. Depois, houve o show fechado para amigos, na gravadora EMI, em 9 de setembro de 2002. O show fechado para fãs, no Projac da TV Globo, em outubro. E a abertura da turnê de Longo Caminho, em João Pessoa, no dia 6 de novembro. Mas foi no Rio de Janeiro, naquele 30 de julho no Ballroom, que se provou: os Paralamas do Sucesso estavam de volta. Quem viu, não esquece.

Bi, Herbert e Barone (ao fundo) em 30 de julho de 2002, no Ballroom, boate carioca, na canja que marcou a volta dos Paralamas (Foto: Leonardo Aversa)

 

5)      Enfim, na Fundição Progresso (num show aberto…)

Como já se comentou aqui, há pouquíssimos lugares conhecidos para shows no Rio de Janeiro que não tiveram a presença dos Paralamas do Sucesso. Todavia, em 2003 havia um: a Fundição Progresso. Bem, também não era tão inédito assim, conforme Bi Ribeiro revelou no making of do DVD para Uns dias Ao vivo: “A gente nunca tocou na Fundição. Bem, tocou uma vez – em 1989, no lançamento do disco Big Bang. Aí, fizemos um evento. Mas era com a gravadora…”. Herbert Vianna acrescentou: “Festa fechada”.

Faltava um show aberto. Mas não faltou mais a partir de 24 e 25 de outubro de 2003, quando os Paralamas enfim se apresentaram à vera na Fundição, com a turnê de Longo Caminho. E hoje, já dá para dizer que o espaço no bairro da Lapa virou íntimo da banda. Até porque a estreia carioca da turnê dos 30 anos foi lá. E em um grande dia: 4 de maio de 2013, aniversário de 52 anos de Herbert Vianna – celebrado com um “Parabéns a você” cantado pelas milhares de vozes que estavam lá, e estendido pelo próprio Herbert a outro aniversariante ilustre do dia, Lulu Santos.

Os Paralamas agradecem o público, após o show da turnê de 30 anos, na Fundição Progresso, em 4 de maio de 2013 (Foto: Fabrício Montezuma)

 

6)      Mais gravações

Até a década de 2000, fora o Acústico e festivais (ambos exibidos pela tevê), nunca os Paralamas haviam gravado um trabalho ao vivo no Rio de Janeiro. Pois bem: a lacuna começou a ser devidamente preenchida. Primeiro, nem foi um trabalho com público, é verdade. Mas o DVD de Hoje foi gravado ao vivo, com todos os convidados do disco – Andreas Kisser, Nando Reis, o DJ Marcelinho da Lua -, no estúdio Humberto Mauro, no Pólo de Cinema e Vídeo do Rio de Janeiro, em 19 e 20 de dezembro de 2005.

Mas a turnê 25 anos de rock, com os Titãs, representou a oportunidade para gravar um trabalho como se deve, com público e tudo. E isso foi feito no Rio: mais precisamente, na Marina da Glória, em 26 de janeiro de 2008. No ano seguinte, veio Brasil Afora. E veio o registro da turnê, também no Rio de Janeiro: Multishow ao vivo – Brasil Afora, gravado em 14 de dezembro de 2010, no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico. E na hora de gravar a turnê comemorativa dos 30 anos, qual foi o local escolhido? O Citibank Hall carioca, na apresentação de 26 de outubro de 2013, também exibida ao vivo pelo Multishow.

Neste sábado, não será gravação. Mas o show da turnê de Sinais do sim representa mais um reencontro dos Paralamas com a sua casa. E como todo reencontro pede festa, não terá a mesma graça se não estiver lotado. Esperamos os cariocas!

Ainda dá tempo de adquirir seu ingresso, clicando aqui!

 

Visitando os Estados Unidos

 

Os Paralamas do Sucesso seguem a turnê de Sinais do Sim – e a próxima parada é nos Estados Unidos! Neste sábado, dia 21, a apresentação é no Festival Pompano Beach, em Miami, na Flórida – local onde a banda já havia se apresentado, em setembro de 1994. E o site decidiu lembrar, com fotos e vídeos, outras passagens dos Paralamas pelo país! Veja tudo aí abaixo!

 

1983 – Convite para a primeira apresentação dos Paralamas nos Estados Unidos. Divulgando Cinema Mudo, a banda viajou junto de Lobão (& Os Ronaldos, banda dele à época) para um show em 27 de setembro, na Danceteria, casa de shows em Nova Iorque.


 

1986 – Memórias da segunda apresentação da banda em terras norte-americanas – no Sounds of Brazil, casa dedicada à música brasileira, em Nova Iorque. Em 7 de setembro daquele ano, os Paralamas passaram por lá. Aqui, você vê a filipeta de divulgação do show, uma foto da apresentação propriamente dita, e a pose com as visitas ilustres ao camarim, naquele dia. Da direita para a esquerda, em pé: Bi Ribeiro, David Rudder e Femi Kuti. Agachados: João Barone, Naná Vasconcelos, Herbert Vianna e Arto Lindsay. (Foto: Maurício Valladares)

 

1989 – Mais uma apresentação no Sounds of Brazil – aqui, em 17 de julho de 1989. Da esquerda para a direita, estão David Byrne (em cujo disco Rei Momo Herbert Vianna gravou sua participação durante a estadia, com vocais em “Office Cowboy”), Herbert, Barone, o produtor Steve Lillywhite e Bi.

 

 

1994 ­– Já durante a turnê de Severino, os Paralamas fizeram dois shows nos Estados Unidos. Um deles, a primeira passagem em Pompano Beach; o outro é este aí promovido no cartaz, no Supper Club, boate em Nova Iorque, no dia 23 de outubro.

 

 

1999 – Em 3 de julho, já com o Acústico gravado e prestes a ser lançado, os Paralamas foram ao Summerstage, festival de apresentações para o verão americano, no Central Park de Nova Iorque, para shows junto a Pedro Luís & A Parede. O vídeo abaixo é dessa apresentação. E a recepção foi tão boa que a banda recebeu uma carta de felicitações, da organização do festival, em setembro de 1999.

 

2006 – O retorno dos Paralamas aos Estados Unidos. A foto é de uma apresentação em 29 de abril, em Miami – aquele périplo ainda teve passagens por Nova Iorque, Boston, Washington, San Francisco, Los Angeles, Atlanta e Orlando.

 

 

 

2010 – A passagem pelo Summerstage, em 1999, deu frutos posteriores. Em 2010, os Paralamas voltaram ao Central Park para uma apresentação no Tribeca Festival, em pleno verão novaiorquino, em 12 de junho de 2010. E também traziam uma participação especial a tiracolo: Maria Gadu.

 

IMPRENSA: Release e Fotos Oficiais

 

Disponibilizamos aqui o release oficial do nosso novo disco, “Sinais do Sim“, o 13. disco de estúdio da banda, lançado no dia 04/08/2017.

Como complemento, seguem 3 fotos de divulgação em alta resolução. Crédito das Fotos – Maurício Valladares

 

Clique aqui para baixar o press kit oficial!

para contatos com a assessoria de imprensa da banda - prabebel@gmail.com

São Paulo abraçando os Paralamas


Com a turnê de “Sinais do Sim” já na estrada, não há como pensar em deixar de passar por São Paulo. E mais uma vez, os Paralamas do Sucesso estão chegando a ela, para o show deste próximo 7 de outubro, no Espaço das Américas, apresentando o novo álbum aos paulistanos! Ótima oportunidade para o site fazer um “top 5” de momentos da trajetória da banda na capital paulista – desde os primeiros shows, naquela cena dos anos 1980, desbravando um novo espaço, até a situação atual, com a cidade sendo ponto certo nas turnês – e um público mais do que fielClique aqui e adquira o seu ingresso!

 

1)      O início: encontrando um cenário conhecido

Já no lançamento do compacto com “Vital e sua moto”, em 1983, antes mesmo de Cinema mudo sair, a banda começou a ganhar espaço na imprensa paulista. Não demorou muito para os Paralamas irem conhecer o território vizinho. Primeiro, em casas mais humildes, como a Massa Rara, casa de shows na Avenida Aricanduva, onde tocaram em 28 de agosto de 1983. Depois, em shows com outras bandas: por exemplo, em 25 de janeiro de 1984, numa festa para celebrar o 430º aniversário de São Paulo, no estacionamento do Shopping Eldorado.

Mas as apresentações mais importantes viriam em sequência. Em 13 de abril de 1984, um show na Clash, danceteria no bairro de Pinheiros. No dia seguinte, outro show, em outra danceteria, no mesmo bairro: a Rádio Clube. Em 22 de junho, mais uma danceteria abria espaço: a Radar Tantã, no Bom Retiro. A partir dali, os Paralamas começariam a notar que, como no Rio de Janeiro natal, o cenário paulista daquela geração também estava cheio de danceterias: além de Clash, Rádio Clube e Radar Tantã, havia Raio Laser, Rose Bom Bom, Tífon… E cheio de bandas: Titãs, Ira!, Ultraje a Rigor, Magazine.

 

Os Paralamas em frente ao Olympia, em 20 de outubro de 1988, véspera da estreia da turnê de Bora Bora. Foto: Lena Vettorazzo/Estadão

 

2)      A continuação: território “conquistado”

Embora trabalhosa, a luta para arranjar espaço e conhecer o cenário paulistano deixou boas lembranças em Herbert Vianna, conforme ele comentou ao jornalista Jamari França para a biografia Os Paralamas do Sucesso: vamo batê lata: “No Rose Bom Bom era demais, porque [o espaço] era mínimo, e quem ia lá era Kid Vinil, Roger [do Ultraje a Rigor], essa galera muito legal. A gente dava três entradas [para tocar], uma às 23 horas, outra às 2 e outra às 4 da manhã, (…) aí a gente pegava os amplificadores, ia para a rua Augusta e pegava um táxi pro Jandaia [hotel no bairro paulistano dos Campos Elíseos, já fechado]. Eram os quatro num quarto – eu, Bi, Zé [Fortes] e João -, um tempo muito bom”.

Já dava até para aparecer em programas de tevê disponíveis apenas para a praça paulistana – como o Fábrica do Som, gravado no SESC Pompeia, apresentado pelo artista audiovisual Tadeu Jungle e exibido na TV Cultura (veja abaixo o vídeo). Com o estouro de O Passo do Lui (lançado em SP no Radar Tantã, em 27 de setembro de 1984) e os shows no Rock in Rio, as passagens por São Paulo ficaram cada vez mais habituais para os Paralamas – assim como o contato com todo aquele pessoal que também ia ganhando simultaneamente fama nacional.

 

Ainda seguia a realidade das danceterias – fossem as supracitadas, fossem outras que rapidamente acabaram, como o Dancing, a Pool Music Hall (outra em Pinheiros!) e a Toco (nesta, no bairro da Vila Matilde, os Paralamas fizeram um de seus primeiros shows após o Rock in Rio I, em 10 de fevereiro de 1985). Porém, espaços maiores iam surgindo, para suprir a demanda indiretamente estimulada pelas bandas daquela geração: melhores equipamentos de som e luz, mais espaço para a plateia dançar etc. Um desses novos espaços virou ponto certo dos Paralamas: o Projeto SP, tenda armada na região central de São Paulo, que lá ficou no fim dos anos 1980. No Projeto SP foi feito o show paulistano de lançamento de Selvagem?, em 16 de maio de 1986.

 

3)      Espaços maiores para shows maiores

A essa altura – do meio para o final dos anos 1980 -, as danceterias eram cada vez mais coisa do passado. Era hora de outra fase: dos espaços minúsculos para as danceterias, e dessas para as casas médias. Como o Aeroanta, num galpão na rua Miguel Isasa, no bairro de Pinheiros: foi lá que os Paralamas fizeram o lançamento de Bora Bora, em 23 de maio de 1988, num show restrito para a imprensa.

O que não quer dizer que o público já fidelíssimo dos Paralamas na Pauliceia Desvairada ficou a ver navios: já tinha visto a perna paulista do Hollywood Rock, em 14 de janeiro do mesmo 1988, no estádio do Morumbi, e veria em 21 de outubro a estreia aberta do show de Bora Bora (é o vídeo aí embaixo), numa casa de shows inaugurada naquele ano, que logo se tornaria um dos lugares mais conhecidos de toda a carreira de Herbert, Bi e Barone: o Olympia, no bairro da Lapa. Que também seria cenário do show de lançamento de Big Bang em SP, em 5 de março de 1990, já com o disco na praça havia alguns meses.

Àquela altura do campeonato, os nossos conhecidos já tinham tamanho suficiente não só para casas maiores de São Paulo, mas também para shows maiores. Fossem em festivais, como o Hollywood Rock (a perna paulista da edição de 1992, quando os Paralamas fizeram aquela histórica parceria com os Titãs, foi no estádio do Pacaembu). E fossem em apresentações da própria banda – como a que lotou o Vale do Anhangabaú, no feriado do Dia da Independência, em 1994.

Sem contar festivais, como o Close-up Planet, na pista de atletismo do Ibirapuera, em 1º de novembro de 1997. Além das temporadas e dos fins de semana certos no Olympia, de saudosa memória (durou até 2006). Ou no velho Palace: inaugurado em 1983, no bairro de Moema, o local ganhou outros nomes ao longo de sua existência, em função de patrocinadores, mas sempre teve o original como nome de preferência dos Paralamas e dos fãs das antigas.

 

4)      As gravações

Pois foi justamente no Palace que os Paralamas gravaram o segundo álbum ao vivo de sua carreira. A turnê de Severino passou por lá em dezembro de 1994. No dia 16, uma sexta-feira, show feito para convidados; e nos dias 17 e 18, com o calor do público, foram gravadas as apresentações que viraram Vamo batê lata – Paralamas ao vivo. O CD, o LP, a fita K7 e o VHS (relançado em DVD) você já deve conhecer – ou já deve ter baixado, em tempos de download. Mas mesmo assim segue abaixo a versão da faixa-título gravada naquele fim de semana no Palace.

O tempo passou. Vieram novas grandes casas de show em São Paulo, como o Via Funchal (já extinto), o Tom Brasil e o Credicard Hall (hoje, Citibank Hall). Aberta à beira da Marginal Pinheiros, esta última casa contou com uma apresentação de Paralamas e Titãs no projeto “Sempre Livre Mix”, em 3 de outubro de 1999.

Mesmo com a interrupção forçada da trajetória em 2001, os Paralamas seguiram com São Paulo sendo parada óbvia, ao retornarem. Pois a turnê de Longo Caminho passou pela cidade tão logo foi possível, numa data de ótimos augúrios: 4 de maio de 2003, aniversário de 42 anos de Herbert Vianna, num show na Praça Charles Miller. Mais alguns meses, e outra performance paulistana – daquela vez, no Parque do Ibirapuera. E quando foi necessário escolher um lugar para gravar uma apresentação daquela histórica turnê, onde foi? No velho e bom Olympia, em 14 de novembro de 2003, onde se gravou o show que rendeu Uns dias ao vivo.

 

5)      As experiências em casas menores

 

Espaços gigantes explorados, ao longo dos anos 2000 os Paralamas foram voltando a lugares um pouco menores dentro de São Paulo. Houve alguns shows numa pequena casa de curta existência, a City Hall, no Itaim, em 2005. Anos depois, uma apresentação fugaz em trio, no Baretto, outro lugar menor.

 

Tudo isso, sem esquecer dos lugares que podiam receber mais gente: o Via Funchal sediou tanto uma apresentação marcante em parceria com Maria Rita, promovida por uma rádio, em 22 de novembro de 2006, quanto o show com os Titãs para o projeto 25 anos de rock, em 24 de novembro de 2007. E como esquecer o 20 de abril de 2013, quando a turnê de celebração dos 30 anos teve o pontapé inicial no Espaço das Américas, no bairro da Barra Funda?

 

A história teve mais capítulos marcantes em 2016. Em fevereiro, os Paralamas abriram a sequência do especial Paralamas Trio – novamente na Barra Funda, mas agora no Teatro J. Safra. No fim do ano, em 29 de outubro, o Citibank Hall sediou apresentação com Humberto Gessinger. Menos de um mês depois, outra passagem: pelo Espaço das Américas, em 26 de novembro, em evento de uma rádio. E os trabalhos paralâmicos neste 2017 começaram em São Paulo: em 13, 14 e 15 de janeiro, a banda fez suas primeiras apresentações no ano, no SESC Pompeia.

 

Agora, as novidades de Sinais do sim, no Espaço das Américas, neste 7 de outubro. Mais um show para dar razão àquilo que Edgard Scandurra, do paulistaníssimo Ira!, proferiu a Herbert na gravação de Uns dias ao vivo: “São Paulo ama os Paralamas de todo coração”. Com uma história em conjunto quase tão longa quanto a da própria banda, nem precisava dizer.

Clique aqui e adquira o seu ingresso!