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Visitando os Estados Unidos

 

Os Paralamas do Sucesso seguem a turnê de Sinais do Sim – e a próxima parada é nos Estados Unidos! Neste sábado, dia 21, a apresentação é no Festival Pompano Beach, em Miami, na Flórida – local onde a banda já havia se apresentado, em setembro de 1994. E o site decidiu lembrar, com fotos e vídeos, outras passagens dos Paralamas pelo país! Veja tudo aí abaixo!

 

1983 – Convite para a primeira apresentação dos Paralamas nos Estados Unidos. Divulgando Cinema Mudo, a banda viajou junto de Lobão (& Os Ronaldos, banda dele à época) para um show em 27 de setembro, na Danceteria, casa de shows em Nova Iorque.


 

1986 – Memórias da segunda apresentação da banda em terras norte-americanas – no Sounds of Brazil, casa dedicada à música brasileira, em Nova Iorque. Em 7 de setembro daquele ano, os Paralamas passaram por lá. Aqui, você vê a filipeta de divulgação do show, uma foto da apresentação propriamente dita, e a pose com as visitas ilustres ao camarim, naquele dia. Da direita para a esquerda, em pé: Bi Ribeiro, David Rudder e Femi Kuti. Agachados: João Barone, Naná Vasconcelos, Herbert Vianna e Arto Lindsay. (Foto: Maurício Valladares)

 

1989 – Mais uma apresentação no Sounds of Brazil – aqui, em 17 de julho de 1989. Da esquerda para a direita, estão David Byrne (em cujo disco Rei Momo Herbert Vianna gravou sua participação durante a estadia, com vocais em “Office Cowboy”), Herbert, Barone, o produtor Steve Lillywhite e Bi.

 

 

1994 ­– Já durante a turnê de Severino, os Paralamas fizeram dois shows nos Estados Unidos. Um deles, a primeira passagem em Pompano Beach; o outro é este aí promovido no cartaz, no Supper Club, boate em Nova Iorque, no dia 23 de outubro.

 

 

1999 – Em 3 de julho, já com o Acústico gravado e prestes a ser lançado, os Paralamas foram ao Summerstage, festival de apresentações para o verão americano, no Central Park de Nova Iorque, para shows junto a Pedro Luís & A Parede. O vídeo abaixo é dessa apresentação. E a recepção foi tão boa que a banda recebeu uma carta de felicitações, da organização do festival, em setembro de 1999.

 

2006 – O retorno dos Paralamas aos Estados Unidos. A foto é de uma apresentação em 29 de abril, em Miami – aquele périplo ainda teve passagens por Nova Iorque, Boston, Washington, San Francisco, Los Angeles, Atlanta e Orlando.

 

 

 

2010 – A passagem pelo Summerstage, em 1999, deu frutos posteriores. Em 2010, os Paralamas voltaram ao Central Park para uma apresentação no Tribeca Festival, em pleno verão novaiorquino, em 12 de junho de 2010. E também traziam uma participação especial a tiracolo: Maria Gadu.

 

IMPRENSA: Release e Fotos Oficiais

 

Disponibilizamos aqui o release oficial do nosso novo disco, “Sinais do Sim“, o 13. disco de estúdio da banda, lançado no dia 04/08/2017.

Como complemento, seguem 3 fotos de divulgação em alta resolução. Crédito das Fotos – Maurício Valladares

 

Clique aqui para baixar o press kit oficial!

para contatos com a assessoria de imprensa da banda - prabebel@gmail.com

São Paulo abraçando os Paralamas


Com a turnê de “Sinais do Sim” já na estrada, não há como pensar em deixar de passar por São Paulo. E mais uma vez, os Paralamas do Sucesso estão chegando a ela, para o show deste próximo 7 de outubro, no Espaço das Américas, apresentando o novo álbum aos paulistanos! Ótima oportunidade para o site fazer um “top 5” de momentos da trajetória da banda na capital paulista – desde os primeiros shows, naquela cena dos anos 1980, desbravando um novo espaço, até a situação atual, com a cidade sendo ponto certo nas turnês – e um público mais do que fielClique aqui e adquira o seu ingresso!

 

1)      O início: encontrando um cenário conhecido

Já no lançamento do compacto com “Vital e sua moto”, em 1983, antes mesmo de Cinema mudo sair, a banda começou a ganhar espaço na imprensa paulista. Não demorou muito para os Paralamas irem conhecer o território vizinho. Primeiro, em casas mais humildes, como a Massa Rara, casa de shows na Avenida Aricanduva, onde tocaram em 28 de agosto de 1983. Depois, em shows com outras bandas: por exemplo, em 25 de janeiro de 1984, numa festa para celebrar o 430º aniversário de São Paulo, no estacionamento do Shopping Eldorado.

Mas as apresentações mais importantes viriam em sequência. Em 13 de abril de 1984, um show na Clash, danceteria no bairro de Pinheiros. No dia seguinte, outro show, em outra danceteria, no mesmo bairro: a Rádio Clube. Em 22 de junho, mais uma danceteria abria espaço: a Radar Tantã, no Bom Retiro. A partir dali, os Paralamas começariam a notar que, como no Rio de Janeiro natal, o cenário paulista daquela geração também estava cheio de danceterias: além de Clash, Rádio Clube e Radar Tantã, havia Raio Laser, Rose Bom Bom, Tífon… E cheio de bandas: Titãs, Ira!, Ultraje a Rigor, Magazine.

 

Os Paralamas em frente ao Olympia, em 20 de outubro de 1988, véspera da estreia da turnê de Bora Bora. Foto: Lena Vettorazzo/Estadão

 

2)      A continuação: território “conquistado”

Embora trabalhosa, a luta para arranjar espaço e conhecer o cenário paulistano deixou boas lembranças em Herbert Vianna, conforme ele comentou ao jornalista Jamari França para a biografia Os Paralamas do Sucesso: vamo batê lata: “No Rose Bom Bom era demais, porque [o espaço] era mínimo, e quem ia lá era Kid Vinil, Roger [do Ultraje a Rigor], essa galera muito legal. A gente dava três entradas [para tocar], uma às 23 horas, outra às 2 e outra às 4 da manhã, (…) aí a gente pegava os amplificadores, ia para a rua Augusta e pegava um táxi pro Jandaia [hotel no bairro paulistano dos Campos Elíseos, já fechado]. Eram os quatro num quarto – eu, Bi, Zé [Fortes] e João -, um tempo muito bom”.

Já dava até para aparecer em programas de tevê disponíveis apenas para a praça paulistana – como o Fábrica do Som, gravado no SESC Pompeia, apresentado pelo artista audiovisual Tadeu Jungle e exibido na TV Cultura (veja abaixo o vídeo). Com o estouro de O Passo do Lui (lançado em SP no Radar Tantã, em 27 de setembro de 1984) e os shows no Rock in Rio, as passagens por São Paulo ficaram cada vez mais habituais para os Paralamas – assim como o contato com todo aquele pessoal que também ia ganhando simultaneamente fama nacional.

 

Ainda seguia a realidade das danceterias – fossem as supracitadas, fossem outras que rapidamente acabaram, como o Dancing, a Pool Music Hall (outra em Pinheiros!) e a Toco (nesta, no bairro da Vila Matilde, os Paralamas fizeram um de seus primeiros shows após o Rock in Rio I, em 10 de fevereiro de 1985). Porém, espaços maiores iam surgindo, para suprir a demanda indiretamente estimulada pelas bandas daquela geração: melhores equipamentos de som e luz, mais espaço para a plateia dançar etc. Um desses novos espaços virou ponto certo dos Paralamas: o Projeto SP, tenda armada na região central de São Paulo, que lá ficou no fim dos anos 1980. No Projeto SP foi feito o show paulistano de lançamento de Selvagem?, em 16 de maio de 1986.

 

3)      Espaços maiores para shows maiores

A essa altura – do meio para o final dos anos 1980 -, as danceterias eram cada vez mais coisa do passado. Era hora de outra fase: dos espaços minúsculos para as danceterias, e dessas para as casas médias. Como o Aeroanta, num galpão na rua Miguel Isasa, no bairro de Pinheiros: foi lá que os Paralamas fizeram o lançamento de Bora Bora, em 23 de maio de 1988, num show restrito para a imprensa.

O que não quer dizer que o público já fidelíssimo dos Paralamas na Pauliceia Desvairada ficou a ver navios: já tinha visto a perna paulista do Hollywood Rock, em 14 de janeiro do mesmo 1988, no estádio do Morumbi, e veria em 21 de outubro a estreia aberta do show de Bora Bora (é o vídeo aí embaixo), numa casa de shows inaugurada naquele ano, que logo se tornaria um dos lugares mais conhecidos de toda a carreira de Herbert, Bi e Barone: o Olympia, no bairro da Lapa. Que também seria cenário do show de lançamento de Big Bang em SP, em 5 de março de 1990, já com o disco na praça havia alguns meses.

Àquela altura do campeonato, os nossos conhecidos já tinham tamanho suficiente não só para casas maiores de São Paulo, mas também para shows maiores. Fossem em festivais, como o Hollywood Rock (a perna paulista da edição de 1992, quando os Paralamas fizeram aquela histórica parceria com os Titãs, foi no estádio do Pacaembu). E fossem em apresentações da própria banda – como a que lotou o Vale do Anhangabaú, no feriado do Dia da Independência, em 1994.

Sem contar festivais, como o Close-up Planet, na pista de atletismo do Ibirapuera, em 1º de novembro de 1997. Além das temporadas e dos fins de semana certos no Olympia, de saudosa memória (durou até 2006). Ou no velho Palace: inaugurado em 1983, no bairro de Moema, o local ganhou outros nomes ao longo de sua existência, em função de patrocinadores, mas sempre teve o original como nome de preferência dos Paralamas e dos fãs das antigas.

 

4)      As gravações

Pois foi justamente no Palace que os Paralamas gravaram o segundo álbum ao vivo de sua carreira. A turnê de Severino passou por lá em dezembro de 1994. No dia 16, uma sexta-feira, show feito para convidados; e nos dias 17 e 18, com o calor do público, foram gravadas as apresentações que viraram Vamo batê lata – Paralamas ao vivo. O CD, o LP, a fita K7 e o VHS (relançado em DVD) você já deve conhecer – ou já deve ter baixado, em tempos de download. Mas mesmo assim segue abaixo a versão da faixa-título gravada naquele fim de semana no Palace.

O tempo passou. Vieram novas grandes casas de show em São Paulo, como o Via Funchal (já extinto), o Tom Brasil e o Credicard Hall (hoje, Citibank Hall). Aberta à beira da Marginal Pinheiros, esta última casa contou com uma apresentação de Paralamas e Titãs no projeto “Sempre Livre Mix”, em 3 de outubro de 1999.

Mesmo com a interrupção forçada da trajetória em 2001, os Paralamas seguiram com São Paulo sendo parada óbvia, ao retornarem. Pois a turnê de Longo Caminho passou pela cidade tão logo foi possível, numa data de ótimos augúrios: 4 de maio de 2003, aniversário de 42 anos de Herbert Vianna, num show na Praça Charles Miller. Mais alguns meses, e outra performance paulistana – daquela vez, no Parque do Ibirapuera. E quando foi necessário escolher um lugar para gravar uma apresentação daquela histórica turnê, onde foi? No velho e bom Olympia, em 14 de novembro de 2003, onde se gravou o show que rendeu Uns dias ao vivo.

 

5)      As experiências em casas menores

 

Espaços gigantes explorados, ao longo dos anos 2000 os Paralamas foram voltando a lugares um pouco menores dentro de São Paulo. Houve alguns shows numa pequena casa de curta existência, a City Hall, no Itaim, em 2005. Anos depois, uma apresentação fugaz em trio, no Baretto, outro lugar menor.

 

Tudo isso, sem esquecer dos lugares que podiam receber mais gente: o Via Funchal sediou tanto uma apresentação marcante em parceria com Maria Rita, promovida por uma rádio, em 22 de novembro de 2006, quanto o show com os Titãs para o projeto 25 anos de rock, em 24 de novembro de 2007. E como esquecer o 20 de abril de 2013, quando a turnê de celebração dos 30 anos teve o pontapé inicial no Espaço das Américas, no bairro da Barra Funda?

 

A história teve mais capítulos marcantes em 2016. Em fevereiro, os Paralamas abriram a sequência do especial Paralamas Trio – novamente na Barra Funda, mas agora no Teatro J. Safra. No fim do ano, em 29 de outubro, o Citibank Hall sediou apresentação com Humberto Gessinger. Menos de um mês depois, outra passagem: pelo Espaço das Américas, em 26 de novembro, em evento de uma rádio. E os trabalhos paralâmicos neste 2017 começaram em São Paulo: em 13, 14 e 15 de janeiro, a banda fez suas primeiras apresentações no ano, no SESC Pompeia.

 

Agora, as novidades de Sinais do sim, no Espaço das Américas, neste 7 de outubro. Mais um show para dar razão àquilo que Edgard Scandurra, do paulistaníssimo Ira!, proferiu a Herbert na gravação de Uns dias ao vivo: “São Paulo ama os Paralamas de todo coração”. Com uma história em conjunto quase tão longa quanto a da própria banda, nem precisava dizer.

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Começando em Curitiba, novamente!

 

Está chegando! Lançado Sinais do Sim, é hora dos Paralamas do Sucesso abrirem a nova turnê! O primeiro show dela será em 30 de setembro, no Teatro Positivo, em Curitiba. Por sinal, a capital do Paraná é local preferencial dos Paralamas para dar o pontapé inicial em suas turnês – será a terceira vez que isso acontece na história da banda. E o site dos Paralamas relembra começos anteriores lá, em 1998 e 2009! Adquira seu ingresso!

 

Curitiba é uma capital brasileira levada muito a sério. A razão foi até comentada neste site, num texto de João Barone em 2009: “Via de regra, esquentamos o show em algumas apresentações (…) Sempre vem a lembrança de Curitiba, lugar que por alguma razão tem a fama de testar novos produtos e avaliar a resposta da população, se aprovam ou não. Assim acaba sendo também no meio do entretenimento, pois muitos artistas e bandas gostam de passar em Curitiba com suas peças de teatro e shows, antes de encarar Rio e São Paulo”. No caso dos Paralamas, é assim desde 1998.

Naquele ano, Hey Na Na foi lançado entre o fim de março e o começo de abril, com “Ela disse adeus” chegando primeiro às rádios e abrindo caminho para o nono trabalho de estúdio da banda. Um evento fechado serviu como uma introdução para imprensa e amigos, no Rock in Rio Café, na Barra da Tijuca (Rio de Janeiro), em 2 de abril. Em maio daquele 1998, Herbert Vianna, Bi Ribeiro, João Barone e os cinco músicos de apoio da época (João Fera, Bidu Cordeiro, Monteiro Júnior, o trompetista Demétrio Bezerra e o percussionista Eduardo Lyra) alugaram a casa de shows Imperator, também no Rio, para ensaiarem o repertório e as surpresas do show. Um “ensaio aberto” foi feito para o público carioca, em 23 de maio, no próprio Imperator.

Mas era hora da turnê de Hey Na Na começar para valer. E onde isso aconteceu? Em Curitiba, mais precisamente na casa de shows Forvm (hoje, Moinho São Roque), em 28 e 29 de maio de 1998, com lotação máxima em ambas. O clima frio na capital paranaense – temperatura de 10º naqueles dias! – foi providencialmente esquentado pelos Paralamas. Ali se viu uma das aberturas de shows mais lembradas de todas as turnês da banda: as quatro torres com refletores “dançavam” pelo palco, com o loop de introdução de “Ela disse adeus” ininterrupto… até a banda começar a canção. “Ska” era a segunda música, e o baile seguia intercalando canções do trabalho recém-lançado (“Por sempre andar”, “Depois da queda, o coice”, “O amor não sabe esperar”) com os sucessos que não podem faltar, mais algumas versões – como “Manguetown”, já no repertório dos Paralamas desde a turnê de 9 Luas.

Ainda durante os ensaios, Herbert Vianna comentou ao jornalista Jamari França sobre uma parte do cenário planejado para aquela turnê: quatro torres, semelhantes a guindastes, com refletores pendurados, parte do sistema de iluminação: “Como [a iluminação] não é computadorizada, dificilmente vai chegar a um grau de perfeição cirúrgica. É um outro conceito, uma outra onda. Mas quando começa o show, com o loop de ‘Ela disse adeus’, e as torres começam a se mexer, a massa vem abaixo”.

O tempo passou, mas Curitiba seguiu como uma das cidades preferenciais para os começos de turnê dos Paralamas, “pelos fãs de lá serem especialmente calorosos” (como Herbert já comentara a Jamari França em 1998). E isso foi novamente confirmado em 2009, com a passagem pelos estados do Sul que iniciou a apresentação de Brasil Afora – lançado em fevereiro daquele ano.

Em 14 de maio, houve uma primeira passagem por Florianópolis. E em 16 de maio de 2009, os curitibanos reencontraram os Paralamas, no Teatro Guaíra. Outro loop iniciava a turnê de Brasil Afora: daquela vez, era a introdução de “Sem mais adeus”, que começava com as cortinas fechadas e se misturava à banda que entrava tocando. Dá para ver tudo isso no vídeo gravado para este site, lá no Guaíra:

 

 

O repertório daquele show trazia cinco canções do trabalho que era lançado (a citada “Sem mais adeus”, “Meu sonho”, “A lhe esperar”, “Mormaço” e “Quanto ao tempo”), mais os sucessos e algumas resgatadas do baú, havia muito não tocadas na época, como “Pólvora” e “Romance ideal”.

Vale lembrar dois momentos marcantes vistos então em Curitiba. O primeiro é lembrado até hoje como um dos grandes momentos da história dos Paralamas em cima do palco: o trecho acústico, no meio do show. Herbert assumia um violão, assim como João Fera; Bi ia para o baixolão; Barone se levantava e ia para uma versão compacta da bateria, apenas com um bumbo, uma caixa e um prato; Bidu Cordeiro e Monteiro Júnior seguiam no palco; e assim tocavam “Mormaço”, “O rio Severino”, “Caleidoscópio” e “Uns dias”, com a mudança do cenário feito por Zé Carratu ocorrendo ao vivo.

O segundo ocorreu em poucos shows daquela turnê: João Barone assumindo a porção “vocalista”, numa versão de “O vencedor” (Los Hermanos). E o baterista comentou tudo aquilo ocorrido, num texto para este site: “O show novo foi super bem recebido na capital paranaense, ainda mais no maravilhoso Teatro Guaíra. Valeu, curitibanos, pelo seu atestado de qualidade!”.

Abertura da turnê de Brasil Afora, no Teatro Guaíra, em 15 de maio de 2009. Foto de Bernardo Mortimer

 

Depois dessas estreias, os Paralamas passaram outras vezes por Curitiba. Mas agora, de novo, é para estrear uma turnê, enfim colocando o pé na estrada e Sinais do sim no palco. Esperamos todos no Teatro Positivo, no próximo dia 30, aguardando pelo “atestado de qualidade”!

Os ingressos para este show já estão à venda! Adquira o seu agora mesmo!

Parabéns, João Barone!

 

Hoje é o dia dele!

Dia de comemorar mais um aniversário do nosso baterista, João Barone! <3

Para comemorar essa data especial preparamos uma galeria de fotos com diversos momentos do nosso Barone ao longo desses 34 anos de Paralamas.

Para os amantes da bateria, separamos os modelos de algumas baterias que o Barone já utilizou nas gravações de discos e nos shows dos Paralamas por todo esse nosso Brasil.

Qual delas que você mais gosta? Conta pra gente! :-)

Para ver todos as fotos de todos os modelos, só clicar aqui e acessar a galeria especial!

 

#ParabénsBarone

Sinais do Sim

Já está nas lojas de todo o Brasil o nosso novo disco: “Sinais do Sim”!  O lançamento oficial aconteceu na sexta-feira, dia 04/08.

A capa foi produzida pelo artista carioca Barrão e contém uma escultura chamada “Já Fui Jarro”. Barrão já fez para a banda a capa de “Hey Na Na” (1998).

Já é possível adquirir o novo disco na pré-venda oficial, tanto no formato físico (CD), como em digital. Clique aqui e adquira o seu agora mesmo!

 

No vídeo abaixo, você confere o clipe oficial da música Sinais do Sim, produzido pelo artista plástico Ennio Torresan, responsável por grandes animações do cinema, como “Madagascar” e “Kung Fu Panda”.

Sinais Do Sim by Os Paralamas Do Sucesso on VEVO.

 

Essa é a capa do nosso novo single, “Sinais do Sim“, que foi lançado no dia 13 de julho, Dia do Rock!

 

Criamos também playlists especiais no Spotify. no Deezer e na Apple Musicpara celebrar este lançamento:

- Paralamas: The Essentials (Spotify)

- Paralamas: Favorites (Spotify)

- Paralamas: This Is (Spotify)

- Paralamas: Dia do Rock (Spotify)

Rock por Paralamas (Deezer)

- Pátria Rock (Spotify)

- Paralamas Essenciais (Apple Music)

- Os Paralamas do Sucesso: É Pop! É Rock! (Spotify)

 

Aqui você confere o lyric vídeo de Sinais do Sim:


Quer conhecer a letra da música? Clique aqui.

 

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