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Paralamas Na Estrada – Novembro/2015

 

No mês de novembro os Paralamas do Sucesso fizeram shows no sul, sudeste e norte do Brasil.

A banda visitou a capital do Amazonas num super festival que rolou em Manaus, ao lado do Biquini Cavadão. Participou também do show de 30 Anos da Rádio 89FM de São Paulo. Teve ainda Cuiabá, Sapiranga (RS), Santos (SP) e São Lourenço do Oeste (SC).

Clicando aqui, você confere fotos exclusivas destes shows!

Paralamas e Legião – Parte 2


Continuando a saga, segue a segunda parte da história de quase 40 anos entre os Paralamas do Sucesso e a Legião Urbana!

 

Parte 2

Vieram os anos 1990. E também momentos duros, mas que serviram para mostrar como Legião e Paralamas sempre podiam contar um com o outro. Nas gravações de “A tempestade”, último disco da Legião com Renato Russo em vida, alguns baixistas foram chamados para ajudar. Um deles? Bi Ribeiro. Pode olhar: na ficha técnica de “Uma outra estação”, álbum de 1997 com aquelas sessões não usadas em “A tempestade”, Bi tocou em “Antes das seis” e em “Travessia do Eixão”. Enfim… Renato nos deixou. Que pena.

Mas na hora que Dado mais precisava, os Paralamas não lhe deixaram na mão. Em vários shows de 1997, como no festival Abril Pro Rock, ele estava lá com sua guitarra – incluindo até versões dos amigos para “Tempo Perdido”. E também começou a atuar nos shows-surpresa que prepararam terreno para o “Acústico” dos Paralamas (não sem antes tocar em “Brasília 5:31” e “O amor não sabe esperar”, em “Hey Na Na”). Aí veio outro ponto alto dessa grande parceria: o “Acústico” em si, em 1999, com Dado como “paralama” em toda a turnê, a versão de “Que país é este” que entrou para o repertório dos shows etc. E na gravação, apresentando Dado, Herbert lembrava: “Dado Villa-Lobos, da Legião Urbana, a maior banda que esse país já teve!”.

Anos 2000. Aí foi a vez do duro momento dos Paralamas. E Dado retribuiu da melhor maneira possível: lá, naquele sofrido 4 de fevereiro de 2001, ele ajudou nos primeiros socorros a Herbert. Esteve lá, sempre, acompanhando a recuperação. E se havia mais alguma dúvida da amizade, ela foi dissipada com “Soldado da paz”, tanto em “Longo caminho” como em “Uns dias – ao vivo”, com Dado tocando em ambas as versões. Herbert não esqueceu a ajuda: num dos primeiros shows após a volta dos Paralamas, com Dado participando em “Soldado da paz”, fez questão de lembrar: “O coração desse cara é uma coisa sem dimensão, um negócio surreal”. Afinal, não era mais só música. Era vida.

E a história continua. Legião com Paralamas: vez por outra, Dado aparece nos shows e dá uma canja, além de ter agradecido em sua biografia, entre outros, a “Bonfá, Renato, Hermano, Herbert, Bi, João, Zé [Fortes]…”. Paralamas com Legião: Barone lamentou via Twitter o falecimento de Renato “Negrete” Rocha; Bi participou da reunião de Dado e Bonfá (com o ator Wagner Moura cantando); a banda já participou de DVDs e álbuns de Dado. Ainda bem que é assim. Porque uma amizade que começou com dois garotinhos em Montevidéu, antes mesmo de quererem a música, não podia nem pode terminar de qualquer jeito. Se é que terminará.

Paralamas Na Estrada – Outubro/2015

 

Em Outubro, Os Paralamas do Sucesso fizeram uma mini turnê pelo sul do Brasil. Foram 4 shows no Rio Grande do Sul: Pareci Novo, Lageado, Caxias do Sul e Novo Hamburgo e mais 2 shows no Paraná: Cascavel e Umuarama. Teve também um show em São Bernardo do Campo (SP) ao lado do Capital Inicial.

Separamos algumas fotos exclusivas dos shows e dos bastidores dessas viagens para você! Só clicar aqui e conferir!

 

 

Paralamas e Legião – a história continua [1]

Aproveitando esse comecinho da turnê de 30 anos do primeiro disco da Legião Urbana - que anda emocionando as plateias das cidades por onde passa – nós convidamos o historiador Felipe Santos Souza a buscar detalhes e informações sobre a amizade e parceria daqueles meninos que, lá no início dos anos 80, mal sabiam que entrariam para a história da cultura brasileira. E é tanta história que a gente dividiu em 2 partes!

Aqui vai a primeira:

Já anda por aí a turnê de reunião da Legião Urbana em comemoração aos 30 anos do primeiro disco deles. Ótima oportunidade para lembrar a grande ligação que sempre uniu e sempre unirá a Legião aos Paralamas. 

Para começo de conversa, a amizade vem antes mesmo de pensarem em uma carreira na música. Na biografia que lançou neste 2015, Dado Villa-Lobos conta da mudança com a família para Montevidéu, em 1969, aos quatro anos de idade. Na capital uruguaia, Dado conheceu outro filho de diplomata, um pouco mais velho (8 anos). Era Bi Ribeiro. Pode-se dizer que nascia ali a relação entre as duas bandas, embora ninguém soubesse.

A vida andou mais um pouquinho. Tempos depois, em 1971, Dado e a família foram morar em Brasília, na quadra 104 Sul, onde comumente moravam diplomatas e suas famílias. Como… a família Ribeiro, com Bi – e também com Pedro, produtor de palco dos Paralamas desde sempre. E o nosso conhecido baixista já conhecia então um filho de aviador da Aeronáutica. Um certo Herbert Vianna…

Avança o filme mais um pouco. Chegamos a 1979. Após morar uns anos na França com a família, Dado voltou a Brasília pra ficar. Ele e Bi se reencontraram na 104 Sul. E reencontraram Herbert. E esses três se incluíram na lendária turma que já agitava a capital federal, montando bandas como Aborto Elétrico, Blitx 64, XXX, Plebe Rude… Um dos cabeças da turma era o vocalista/baixista (depois guitarrista)/compositor do AE. Aquele que foi qualificado por Herbert como “a maior enciclopédia viva que eu já conheci”. Claro, aqui entrava Renato Russo na história. Assim como Marcelo Bonfá, baterista de um bocado de bandas brasilienses da época.

Agora vamos direto para 1982, 1983, por aí. Bi e Herbert já tinham se mudado de Brasília para o Rio, já tinham formado os Paralamas, Barone já tinha entrado na história. Mas aquelas bandas iniciais de Brasília já tinham se reformado em outros grupos. Capital Inicial, Arte no Escuro, Escola de Escândalos, Plebe Rude… e, claro, a Legião Urbana. Só que ninguém no resto do Brasil sabia da cena brasiliense. Foram saber por causa de uma reportagem da revista “Mixtura Moderna”, em 1983. O autor da matéria? Hermano Vianna, irmão do Herbert.

Aí a história acelerou bastante. Em 1983, a Legião fez seu primeiro show no Rio, no Circo Voador – com Dado tocando uma guitarra emprestada por Herbert, e Renato, um baixo emprestado por Bi. Ainda naquele ano, em “Cinema mudo” (o disco), os Paralamas foram o primeiro grupo a gravar músicas do tal Renato Russo. Não só “Química”, hoje um clássico, mas também “O que eu não disse”, parceria de Renato com Herbert e Barone – e que ganhou na gravação o auxílio luxuoso de Lulu Santos e sua slide guitar. Reza a lenda que era para Marcelo Bonfá ter dado o ar da graça em “Vovó Ondina é gente fina”, com um assobio, mas ele se saiu tão mal que abandonaram a ideia de assoviar no meio da música. Também reza a lenda que foi ouvindo o compacto com “Vital e sua moto” no lado A e “Patrulha noturna” no B que Dado pensou: por que a Legião não podia chegar a algum lugar, se seus amigos Bi e Herbert (e Barone também, claro) puderam?

No ano seguinte, uma fitinha demo daqueles amigos foi levada pelos Paralamas à EMI. A gravadora estranhou, e Renato Russo sempre se lembrava da história: pensavam “ih, outro trio vindo de Brasília com cantor que usa óculos?”. Mas a EMI contratou a Legião, que estaria, está e estará para sempre grata aos Paralamas. Lembram de “Como é que se diz eu te amo”, álbum póstumo ao vivo da Legião? Ali Renato deixa gravado: “Quem deu força pra gente foram os nossos grandes amigos, os Paralamas do Sucesso, que são os nossos padrinhos, e nunca se esqueçam disso”.

E a amizade que já existia só se fortaleceu ao longo dos anos 1980. Em várias ocasiões: Renato dando canjas cantando “Química” nos shows dos Paralamas, antes mesmo da Legião gravar o primeiro disco; durante as várias gravações, os campeonatos de “vôlei de estúdio” que cada banda organizava, dentro dos estúdios da EMI, hoje desativados, na rua Mena Barreto, no bairro carioca de Botafogo; em fotos; em diversões no sítio do Bi, em Mendes, interior do Rio; nos elogios mútuos (Renato Russo fazia questão de falar sobre as rasgadas letras confessionais de amor do amigo de fé: “É preciso ter muita coragem pra deixar na reta como o Herbert”); e finalmente, no especial antológico que as bandas fizeram para a TV Globo, gravado no Teatro Fênix e exibido em 3 de setembro de 1988. Esse você conhece: está no DVD e no YouTube, em pedaços ou inteiro, como você preferir. Tem cada banda com sua parte; tem Renato e Herbert sozinhos em “Nada por mim”; terminando com uma versão inesquecível de “Ainda é cedo” (cantada pelos Paralamas em shows, ali por 1984), que ainda colocou Rolling Stones na jogada!

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Na quarta-feira (11), vai ao ar aqui no site a parte 2. Fique ligado!

Disco preferido: Sérgio Soffiatti (OBMJ)

 

Qual é o seu disco preferido dos Paralamas do Sucesso? Convidamos o músico Sérgio Soffiatti, da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana (OBMJ), a responder esta pergunta. A escolha dele foi “O Passo do Lui”, o segundo disco dos Paralamas, lançado em 1984. Conta essa história, Sérgio!

“Este talvez seja o vinil que mais escutei na minha vida. Me lembro até hoje do dia que fui até a loja de discos em Curitiba com minha mesada pra comprá-lo. Eu já era fã do The Police – que é minha principal referência – e tinha descoberto uma versão brasileira à altura. Este disco traz bem mais que hits como “Óculos” e “Meu Erro”. Canções como “Mensagem de Amor”, “Fui Eu” e “Assaltaram a Gramática” são minhas prediletas do disco, um clássico gigantesco da música brasileira.”

Quer participar da próxima? Acesse nosso Facebook e mande um inbox contando qual o seu disco preferido e o motivo da sua escolha. Ah, não esquece de mandar uma foto bacana com a capa do disco! :)

Paralamas Na Estrada – Setembro 2015

 

O “Na Estrada” deste mês vem especial! No clima do Rock in Rio. Várias fotos da participação dos Paralamas no show de abertura do festival, sexta dia 18/09 e, do show solo da banda no início da noite de domingo, 20/09.

Tem bastidores, palco, amigos e muito mais. De lambuja, vão algumas fotos do show da banda em Itatiba (SP) onde foi testado o setlist do show do festival!

Confere só!